sexta-feira, 22 de abril de 2016

Gringo na noite

Ele até que se comporta bem!

09/04. Jantar no salão da igreja N. S. Dores










21/04, Casa do Pastel






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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Era mama... agora também é mami

Pedro começou com uma novidade... sempre me chamou de mama (pronuncia mãma), mas agora começou a intercalar com "mami". Mamãe mesmo, nunca! Gringo criativo!

No vídeo, que foi uma tentativa de gravar um recado pra Piki, dá pra ouvir direitinho!

03/04



15/04

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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Atualizando o dicionário

Pouca coisa temos a acrescentar... o #PedroPreguiça aprende ou inventa novas palavras muito lentamente, mas vai se comunicando do jeitinho dele...

Faz 3 semanas e meia que o gringo está indo na escola, portanto esperamos que daqui pra frente ele comece a desenvolver melhor a fala a partir da convivência com outras crianças

"Bebê": é óbvio, bebê... Por um tempo perguntávamos: "o que o Pedrinho é da mamãe/papai/vovó/vovô/dinda"? E a resposta vinha cheia de manha, meio debochada, se atirando pra trás no colo da gente: "Bebê mama/taie/vovó/vovô/dida".

"Ato" (carro) foi sofrendo modificações com o passar do tempo: "autum" e até "aucum". E foi ficando mais sofisticado: "autum taie" = carro do papai, "autum  vovô" = carro do vovô e tem até o "autum caco", que é o carro do nosso amigo Caco que fica estacionado na nossa rua durante o dia enquanto ele trabalha (Pedro sempre verifica se o autum caco está no lugar de sempre). Mas a minha preferida para carros é "autum mimi" (pronuncia mími). Levei muito tempo para descobrir do que se tratava. Até que entendi: são os carros que possuem sirene. Aparentemente "mími" é o som da sirene para o gringo. Serve para carro de polícia, bombeiro e ambulância. Na praia a expressão servia também para chamar o jetski dos bombeiros salva-vidas (no qual subiu infinitas vezes). 

E tem ainda o "babo", que são os caminhões ou qualquer meio de transporte com carroceria. Ele também chama de "babo" aqueles ônibus de dois andares, em especial os que ele vê nos desenhos ingleses.

Por falar em carros e outros meios de transporte, ele fala "age" ou "agem" para se referir à garagem. "agem" é o lugar onde os "aucum" vão "naná". "Age" ou "agem" também serve para tatuagem (tenho que fazer várias tatuagens com caneta nos braços dele, desenhando carros, ambulâncias, camburões...)

"Uma": quando ele fala "uma" é porque quer mais um de algo que ele está comendo ou brincando. Se está com um carrinho e quer que a gente alcance outro pra ele, já sai pedindo; "uma". Ultimamente o que ele mais pede "uma" é chocolate da cestinha de páscoa

"Nino" = menino. Demorou um pouco, mas ele finalmente começou a falar a versão masculina, já que "nina" ele já falava há algum tempo para chamar as meninas. Normalmente se refere a ele mesmo como nino. E não adianta dizer que é Pedro. É nino.

"Piki" é como ele chama a Suélen, a psicologa da escola que está acompanhando bem de pertinho a adaptação do gringo e das outras crianças da turma.

Hoje ele aprendeu mais uma: vendo o desenho do Mickey, repetiu o nome do Bafo, quase bem direitinho (o "f" ainda não é bem pronunciado).

Além disso, pequenas frases já estão saindo, como "tá aqui" ou "não tá aqui", ou "didi (ou qualquer outro ser/pessoa/objeto) na na na naná", querendo dizer que foi ou vai nanar. 

Ele também começou a fazer uma associação com o gênero. Nos filmes "Carros" 1 e 2, quando vê os personagens que são carros femininos ele me mostra e os chama de "mama" ou "mami", vendo alguma semelhança entre elas e eu (rsrsrs que bonitinho!). A professora dele, Amanda, e a Suelen já me disseram algumas vezes que ele faz bastante associações, e que mesmo falando poucas palavras ele encontra formas de se comunicar.

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